Homenagem aos maiores FOTÓGRAFOS do Brasil e do mundo.

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Revista "FOTOGRAFE MELHOR" > Matéria com Nailson Moura


Publicado originalmente no Perfil do Facebook de Nailson Moura, em 6 de setembro de 2020

A revista FOTOGRAFE MELHOR deste mês traz uma matéria sobre o nosso trabalho 

A Revista FOTOGRAFE MELHOR, a mais destacada do segmento fotografia da América Latina, em sua edição de nº 288, comemorativa ao seu 24º aniversário, traz uma matéria sobre o meu trabalho como fotógrafo e sobre o projeto fotográfico documental denominado “BROTANDO DAS MÃOS”.

Idealizado em 2013 durante uma de minhas viagens à Comunidade Indígena Xocó, localizada na Ilha de São Pedro, no rio São Francisco, o projeto tem o intuito de registrar, no âmbito do estado de Sergipe, imagens de artífices, artesãos, artistas plásticos e outros profissionais que se utilizam da artesania, e, com suas habilidades manuais, fazem brotar tanto o aparato utilitário do cotidiano quanto o belo artístico.  

O primeiro fruto colhido do projeto foi o livro “Crônicas do Ateliê”, lançado em 2014, com registros do processo de construção das esculturas em aço do artista plástico Antônio da Cruz.

Texto e imagens reproduzidos do Facebook/Nailson Moura.

 




 

sábado, 14 de março de 2020

Artigo do fotógrafo Walter Firmo

Foto: Walter Firmo

Publicado originalmente no Facebook/Walter Firmo, em 12 de março de 2020

Walter Firmo

Quem ainda não leu um texto do jornalista Mino Carta, não consagrou a hóstia com a baba e saliva de sua boca, não bebeu de água limpa da fonte, não se deitou com a virgem de Guaxupé, aquela moçoila da rua que levava as estrelas rapazes incautos e de muito boa vontade.

Pois bem, o texto de Mino, certa vez, me fez chorar no metrô do Rio de Janeiro, entre as estações da Carioca e Cinelândia, quando relia a pedido meu, suas letras que testemunhavam um depoimento seu, em regozijo a introdução do catálogo que festejava a minha primeira exposição individual "Ensaio no Tempo", no Museu de Arte Moderna, que testemunharia meus 25 anos de fotografia.

Ele argumentava:"A arte, como se sabe, ou é ou não é.Tampouco há arte maior, ou menor. O Firmo é um dos mais íntegros e arrebatadores poetas brasileiros, escrevam, façam música, pintem ou fotografem tanto faz. (Infinitos são os caminhos da poesia). E acentuo, brasileiro. Não como limitação, mas como sinal de grandeza. Um poeta inglês, recomendava: Falem de sua aldeia.O cosmopolitismo é o desastre, por este caminho não se fazem nações. Bom e belo é expressar o nosso panorama de gente e coisas, terra, céu e sentimentos, e, por aí, afinar a consciência da nacionalidade, e aproximar-se das razões pelas quais nós somos do jeito que somos, e estamos aqui e não em outro canto. É possível ser tão brasileiro como o Firmo; mais eu creio ser impossível. E vejam como conta a sua aldeia, no ambiente, no gesto, no olhar das suas personagens. E bem abaixo da pele".

A morte, certamente, sempre nos comoverá, não pela incerteza mas por não sabê-la. Que caminhos depois da vida nos levarão aonde, como, qual deserto cheio de escuridão, frio ao fio de cabelo. Onde ficarão nossos sonhos agora congelados, envolvidos em, colossal inércia corporal agora desossado, quando ao pó voltarás. Inoxerável é a morte que nos espreita aonde estivermos, no campo, na praia ou numa casinha de sapê.

E, ao me depará com um homem do povo na sua simplicidade em ser, fagueiro, arauto de uma verdade consentida, lá ia ele, um fiel depositário, príncipe consorte a equilibrar sobre sua cabeça ---uma vez mais altaneira--- o fúnebre caixão, abrigo cadavérico talvez de um amigo seu, ou não. Uma cena por si só insólita, amalgamada no destino daquele homem que, de uma forma voluntariosa se empunha viril, sem destemor a equilibrar a morte sobre sua cabeça.

O palco de cena, a cidadezinha de Juazeiro do Norte, notabilizada nas procissões exaltadas a Padre Cícero, caminhava quase a esmo me identificando com o lugar, uma das minhas primeiras viagens por volta de 1970, quando descobrir que a saga Cristã nestes labirintos é delirante.

Um lugar de abrigo espiritual com pessoas que chegam de estados lonqínquos que mapeiam todo nordeste, de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais também. Missas campeiras, hóstias concebidas à luz meridiana solar, confissões com filas monumentais, um generoso palco ao fotógrafo que deseja o inusitado, o inconcebível, o metafísico.

Desde então, sempre tive nas ruas de Juazeiro o impactante sem hora marcada, o inusitado batendo-me as portas, aberta sem glamour porque não é preciso conviver com antagonismos. E a atenção redobrada em cada esquina, só lhe trará benefícios em participar e perpetuar cenas comoventes muitas vezes inacreditáveis.

E o "Zé do caixão"?

Hoje, me arrependo de não tê-lo conhecido mais de perto, porque embora o tenha seguido muitas quadras, o que eu almejava mesmo era alguma coisa que nem eu sabia, mas, que fizesse justiça e contraponto a morte, quem sabe a vida, talvez. Ou por outra, seguido seu passos até o final da encomenda macabra e assim conhecer o destinatário da caixa fúnebre, quem era o defunto, saber o seu nome, anos-luz, profissão, quantos filhos, clube de futebol, e seus prazeres terrenos. Ele jamais se apercebeu da minha invisível presença, pois, não desejava que ele me visse, pois aí, certamente, a imagem ficaria comprometida num alinhamento de conluio, permissividade absurda para mim naquele instante.

Quando de repente como num passe de mágica, eis que surge a vida, valorosa, exultante, perseguida, diante dos anseios das meninas diante da correria desenfreada e irresponsável, posto como diz Monica Botkay, uma dileta amiga minha e ex-aluna, "gracias a la vida!!!". E observem, na desabalada correria, exultante, vencedora, no sentido contrário da morte, como deve ser na eterna birra, figurino da vida e da morte.

Uma das meninas carrega uma flor.

E, assim, no absurdo dos segundos, ---enquanto o metrô se movia--- e,que são os primeiros a mexer no incontestável tempo, algumas lágrimas desciam pela minha face aturdida com o texto do amigo Mino. Subindo a escada rolante da estação Cinelândia, um filme me passava a cabeça na lembrança solerte do senhor inglês, que aludia aconselhando-nos a falar de nossa aldeia, pregando ainda que, o cosmopolitismo é um desastre e por esse caminho não se fazem nações.

A vida que o diga.

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Walter Firmo

domingo, 29 de dezembro de 2019

Descanso do Guerreiro

Antônio Guerreiro no arquivo do JB (Foto: Reprodução)

Publicado originalmente no site JORNAL DO BRASIL, em 28/12/2019

Descanso do Guerreiro

Jornal do Brasil
Gilberto Menezes Côrtes 

Morreu na manhã deste sábado (28), aos 72 anos, na Policlínica Geral de Botafogo, o fotógrafo luso-espanhol-brasileiro Antônio Guerreiro, que ficou famoso nos anos 70 e 80, quando suas fotos com as mais belas mulheres do país ilustraram as capas das principais revistas brasileiras. Antônio Guerreiro sofria de câncer e era casado com a estilista Maria Tereza Freire.

Filho de um rico empresário português, Antônio Guerreiro nasceu em Madri e morou no Marrocos, de onde veio para o Brasil com apenas cinco anos. O pai criou uma indústria em Juiz de Fora (MG), que lançou doces com figurinhas de jogadores de futebol. Aos 14 anos mudou-se para o Rio, para estudar, indo morar numa cobertura no Leme, que virou sua residência permanente. Pedrinho Aguinaga, eleito o "Homem mais Bonito do Brasil" nos anos 70, morou com Guerreiro alguns anos e diz ter aprendido com ele "alguns truques da arte da sedução".

O estalo

Guerreiro cursava a faculdade de economia quando, em 1966, aos 19 anos, resolveu fotografar a namorada, baiana, herdeira de fazendeiros de cacau, com uma Rolleiflex. A empatia com a câmera foi imediata. Ao descobrir que tinha jeito para a arte, passou a fotografar jovens socialites cariocas. Ficou amigo do colunista espanhol Daniel Más e juntos, no "Correio da Manhã", passaram a fazer trabalhos. Eram textos escandalosos ilustrados pelas belíssimas fotos de Guerreiro. Umas das matérias mais famosas foi uma reportagem com prostitutas da Lapa.

Seu trabalho era tão requisitado que o colunista Jacinto de Thormes, do mesmo jornal, registrou que deveria ter sido ele, Guerreiro, e não David Hemmings, a interpretar o fotógrafo que as beldades perseguiam no filme “Blow-Up”, de Michelangelo Antonioni, sucesso que logo o levou para a revista “Setenta” da Editora Abril. Embora de curta duração, a revista "Setenta" foi um marco na fotografia de moda no país. Ficou pouco tempo desempregado. Foi contratado por Adolpho Bloch para ser correspondente da Manchete em Paris, onde ficou por dois anos.

De volta ao Rio, abriu o estúdio “Zoom”, ao lado da TV Globo, no Jardim Botânico, onde passou a fotografar os principais nomes da sociedade, do meio artístico, moda, etc., fazendo mais de 70 capas das principais revistas das maiores editoras e agências de publicidade.

Sedutor, teve uma carreira amorosa longa e variada. Viveu com a socialite Ionita Salles, que deixara o playboy Jorginho Guinle para ficar com el, casou-se em seguida com a atriz Sonia Braga e depois com Sandra Bréa. São também citadas como suas conquistas outras belas mulheres, como as atrizes Bruna Lombardi e Denise Dumont.

Em 1975, inaugurou o Studium, no Catete, onde passou a fotografar nus, tornando-se o principal fotógrafo da revista "Playboy", local que funcionou até 1990. No final dessa década, os negócios do pai faliram, e ele fechou o estúdio. No término do século 20, as revistas de nus perderam circulação e qualidade. Seu acervo, com mais de 300 mil negativos e cromos, ainda merece ser explorado como retrato de uma época do Brasil e do mundo...

Texto e imagem reproduzidos do site: jb.com.br

segunda-feira, 29 de julho de 2019

O novo olhar de Sebastião Salgado sobre Serra Pelada

Vista geral em 1986 da mina de Serra Pelada, onde trabalharam 50.000 mineiros. 
Foto: Sebastião Salgado

Publicado originalmente no site do jornal El País Brasil, em 29 de julho de 2019 

O novo olhar de Sebastião Salgado sobre Serra Pelada

O fotógrafo brasileiro expõe em São Paulo 31 imagens inéditas do formigueiro de garimpeiros que o consagrou em 1986

Por Naiara Galarraga Gortázar 

Sebastião Salgado revisita, com a perspectiva oferecida pela passagem do tempo, o trabalho que o consagrou como fotógrafo de realidades incômodas que ele transforma em arte: Serra Pelada, o impressionante formigueiro de trabalhadores atraídos para a Amazônia brasileira por uma febre do ouro que ele fotografou em 1986. As imagens em preto e branco de dezenas de milhares de homens carregando sacos, encharcados, embriagados pelo sonho de ficar ricos, causaram grande impacto. O fotógrafo brasileiro, de 75 anos, reúne agora 56 fotografias (31 delas inéditas) na exposição Gold − Mina de Ouro Serra Pelada, recém-inaugurada em São Paulo, com curadoria de sua esposa, Lélia Wanick Salgado. A mostra tem uma versão em livro para o público em geral e outra para colecionadores, ambas editadas pela Taschen.

Depois de esperar seis anos para que as autoridades da ditadura militar o autorizassem a visitar aquela que se transformou na maior mina a céu aberto do mundo, Salgado e sua câmera passaram 33 dias naquela cratera aberta no Pará. “O que dizer desse metal amarelo e opaco que leva homens a abandonar seus lares, vender seus pertences e cruzar um continente a fim de arriscar suas vidas, seus corpos e sua sanidade por causa de um sonho?”, pergunta-se o fotojornalista na apresentação da exibição. Três décadas depois, numa manhã recente, dezenas de visitantes enchem uma sala do SESC Paulista para descobrir as fotos que mostraram Serra Pelada ao mundo ou ver com novos olhos as imagens desses homens que encarnam esforço e delírio. Muitos dos que observam absortos as imagens não tinham nascido quando foram feitas, em uma época em que Salgado viajava com 400 filmes. E as fotos eram meditadas.

A paciência de Salgado para obter autorização foi recompensada porque aquilo era uma realidade alucinante. Intensa. Fugaz. Milhares de brasileiros − incluindo médicos e advogados, não só pobres e aventureiros − desembarcaram lá pouco depois da descoberta do ouro. Chegaram a somar 50.000 garimpeiros.

Assim como nos formigueiros de verdade, sob aquela aparência de caos, a atividade estava minuciosamente organizada. Os pioneiros dividiram o terreno. Cada um ficou com a propriedade de uma área de 2 metros por 3. O que dela saísse era dele. Os seguintes foram se tornando empregados, como os que escavavam com picareta e os formigas, que subiam com sacos pesados por precárias escadas de madeira batizadas como “adeus, mamãe”. Trabalhavam até que o corpo aguentasse em troca de tentar a sorte. No fim do dia, podiam escolher um dos sacos. Na maioria das vezes, era só terra. O próprio fotógrafo, nascido em Minas Gerais, o Estado mineiro por excelência do Brasil, considera que o ouro é “um amante imprevisível”.

Wanick Salgado explica por telefone de Paris, onde vive o casal, que a ideia de voltar ao arquivo surgiu enquanto seu marido se recuperava de uma operação no joelho. “Vimos que havia tantas fotos boas que poderíamos fazer um livro e talvez uma exposição.” Ela assinala que o significado das imagens não variou nestas mais de três décadas. Retratam uma obra monumental, como “a construção das pirâmides do Egito ou as minas do rei Salomão”.

Os olhos arregalados que Salgado depois retratou certamente examinaram com curiosidade aquele homem com uma câmera quando ele chegou à mina. Sua esposa conta que de tão loiro de olhos azuis, pensaram, por um mal-entendido, que tinha sido enviado pela empresa de mineração, mas não. Quando a polícia “o algemou diante de todos, perceberam que não podia ser da empresa, era um amigo”.

 Uma das pessoas que chegaram a Serra Pelada 
na febre do ouro, fotografada em 1986.
Foto: Sebastião Salgado 

Salgado, que em 1981 ficou conhecido por fotografar o atentado a tiros ao qual o então presidente americano Ronald Reagan sobreviveu, escolheu o preto e branco para seu projeto sobre a mina. Uma decisão, na esteira de Edward Weston, George Brassaï e Robert Capa, que dá um poder extraordinário ao seu trabalho. O fotógrafo brasileiro é um visionário ao escolher os temas. Nos anos 1990, o declínio do trabalho industrial; nos anos 2000, as migrações em massa e a África. Agora está mergulhado em um projeto para documentar a Amazônia e seus habitantes.

O ouro acabou uma década depois, a cratera é agora um lago poluído, mas a mineração ilegal persiste no Brasil, embora não tenha havido um fenômeno igual ao de Serra Pelada. Desde que Jair Bolsonaro assumiu a presidência, o problema se expandiu em terras indígenas do Pará e de Roraima, segundo imagens de satélite analisadas pela BBC. É uma das ameaças ao meio ambiente, um assunto que preocupa o casal Salgado, que tem uma fundação para recuperar a mata atlântica em Minas Gerais. Embora viva em Paris, o artista se preocupa com seu país natal. “O Brasil é um país que lutou para criar grandes instituições, que agora correm sério risco”, declarou o fotógrafo na inauguração da mostra, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Ele destacou a Fundação Nacional do Índio (Funai): “O Governo atual está destruindo essa grande instituição sem apresentar nenhum outro programa”.

Fora das fotografias ficou parte da história de Serra Pelada. A daqueles garimpeiros fora do trabalho e a do major Sebastião Curió, que foi enviado pelo governador paraense para impor a ordem em meio à chegada em massa de garimpeiros. Ele proibiu as armas, o álcool e as mulheres; e determinou que todo o ouro fosse vendido através de uma caixa pública por um preço fixo. Os bares e as prostitutas − chegaram a ser 5.000 − se instalaram a 30 quilômetros de distância, onde nasceu uma cidade, Curionópolis. O militar do qual a cidade herdou seu nome chegou a ser prefeito.

Texto e imagens reproduzidos do site: brasil.elpais.com

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Corpo do fotógrafo Pedro Leite é sepultado em Aracaju (SE)

Pedro Leite/ Foto: arquivo pessoal

Publicado originalmente no site Fan F1, em 03/09/2018 

Corpo do fotógrafo Pedro Leite é sepultado em Aracaju (SE)

Por Leonardo Barreto

O fotógrafo Pedro Leite, de 54 anos, morreu depois de ter sofrido um infarto no final da manhã do sábado, 1, no município de Santo Amaro das Brotas (SE). Ele era funcionário público e trabalhava na campanha de um candidato a deputado federal, quando passou mal. O corpo do profissional foi sepultado no final da manhã desse domingo,  no Cemitério Colina da Saudade, em Aracaju (SE).

A irmã de Pedro, Mônica Leite, que também é fotógrafa disse em entrevista ao Fan F1, que seu irmão apaixonou-se pela fotografia de forma inesperada. “Quando menos imaginei, Pedro já estava fotografando, fazendo cursos e se especializando na área, isso me trouxe muita alegria”, contou.

O repórter-fotográfico André Moreira lembrou do colega de profissão com quem dividiu bons momentos de aprendizado. “O melhor profissional na área de fotografia publicitária que já passou pelo estado de Sergipe. Ótimo profissional, pai, marido e ainda ótimo amigo. Gente muito boa e decente”, pontuou.

O amigo e também repórter-fotográfico Jorge Henrique lamentou a morte repentina de Pedro Leite. “Era um cara estudioso, conhecia muito bem seu equipamento, tirávamos muitas dúvidas um com o outro, aprendi muito com ele”, finalizou.

Pedro era casado e deixou duas filhas, de 18 e 20 anos.

Veja algumas fotografias feitas por Pedro Leite:

 Foto: arquivo pessoal

 Foto: arquivo pessoal

Foto: arquivo pessoal

Texto e imagens reproduzidos do site: fanf1.com.br

domingo, 2 de setembro de 2018

Fotógrafo morre durante atividade de campanha eleitoral

Pedro Leite: um ser de sorriso fácil e profissionalismo (Foto: redes sociais)

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 01 de setembro de 2018 

Fotógrafo morre durante atividade de campanha eleitoral

O fotógrafo Pedro Leite, 53, assessor do deputado federal Fábio Reis (MDB) faleceu neste sábado, 1º, durante atividade profissional, em campanha do parlamentar que disputa a reeleição. De acordo com informações da assessoria parlamentar, o fotógrafo sentiu-se mal durante a atividade de campanha que estava acontecendo na cidade de Maruim. Ele chegou a ser socorrido com vida, mas morreu em uma unidade de saúde local. Há suspeita que ele tenha sofrido um infarto.

O governador Belivaldo Chagas (PSD), aliado do deputado Fábio Reis, também estava na campanha eleitoral no momento em que Pedro Leite passou mal. Tanto o governador quanto o deputado suspenderam os atos que ocorreriam neste sábado, 1º, e estão prestando solidariedade à família do fotógrafo, segundo a assessoria. Esta é a segunda campanha eleitoral que Pedro Leite participa ao lado da equipe de assessores do deputado Fábio Reis.

O corpo de Pedro Leite foi liberado no início da tarde deste sábado, 1º, e será velado a partir das 17h no Cemitério Colina da Saudade, na capital sergipana, onde será sepultado às 10h deste domingo, 2. Pedro Leite era bem relacionado entre os colegas de profissão e deixa esposa e filhos.

Por Cassia Santana

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br

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Homenagem do Blog ao fotógrafo Pedro Leite
Fotos: Pedro Leite
Reproduzidas do site: skyscrapercity.com
(Postadas no site: [skyscrapercity.com] por Raul Lopes)

 Foto: Pedro Leite

 Foto: Pedro Leite

Foto: Pedro Leite

domingo, 14 de setembro de 2014

Fotojornalismo


Em março de 1993 o fotógrafo Sul Africano Kevin Carter fez uma fotografia no Sudão que seria uma das fotos mais impactantes da história do fotojornalismo, ganhadora do pulitzer em 1994 a foto gerou uma discussão a nível mundial sobre a conduta do profissional.


Foto reproduzida do site: jaguaracu.net/